
Inspirações em Júlio Resende - Exposição

Alice na Imprensa Regional
Errata
- 2.ª coluna, 2.ª linha: onde se lê "Acom-panhado", deve ler-se "Acompamhado"
- 2.ª coluna, 2.º parágrafo, 9.ª linha: onde se lê "ao longo do dia-a-dia", deve ler-se "ao longo do dia"
- 3.ª coluna, 9.ª linha: onde se lê "trás", deve ler-se "traz"
Encontro com Alice
A sessão, uma iniciativa da equipa da Biblioteca Escolar no âmbito da rubrica “Um Escritor na Escola”, teve lugar às 11 horas do passado dia 27. Foi aberta pela Coordenadora da B.E., Dr.ª Celeste Leite, com uma breve apresentação da escritora, tendo sido depois conduzida pelo professor de Português, Dr. Paulo Gomes, que já há algum tempo vinha preparando os seus alunos para o encontro.
Público-alvo e convidados presentes, nomeadamente os professores e alunos do 3.º e 4.º anos da E.B. 1 da Pampilhosa que fizeram questão de também assistirem, prestaram a máxima atenção ao discurso da escritora, absorvendo cada uma das suas palavras. Irradiando simpatia, Alice Vieira falou da sua vida e obra quer por iniciativa própria, quer respondendo a questões que a assistência lhe dirigiu. Mais do que a criatividade, a correcção linguística e a importância de estar atento foram apontadas como aspectos fundamentais para se ser escritor.
A sessão foi encerrada pelo Presidente do Conselho Executivo, Dr. Hernâni Pereira que dirigiu à escritora palavras de aplauso e agradecimento pelo momento que proporcionou aos alunos e demais presentes.
"Quem Conta um Conto ..." _ José Craveiro
Em duas sessões, uma para o 2.º ciclo e outra para o 3.º, contou contos que conhece já desde a sua infância e encantou os alunos das turmas a quem se dirigiu. Lançado o desafio "Quem Conta um Conto...", os alunos foram convidados a recontar o que ouviram e alguns responderam positivamente, entregando na Biblioteca as suas versões.
A Menina Trabalhadora
Era uma vez uma menina que vivia com o pai. A mãe já tinha morrido. A filha levantava-se muito cedo para fazer o pequeno-almoço ao pai, porque queria que ele o encontrasse já pronto quando se levantasse.
Um dia o pai apercebeu-se que a filha trabalhava muito para o ver feliz. Pensou que precisava de uma mulher para a ajudar. Então, o pai foi passear pela rua à procura de quem fizesse aquela família feliz. Percorreu a aldeia toda para tentar encontrar uma mulher perfeita para ele. Encontrou uma senhora sentada num banco do jardim e perguntou-lhe:
- Quer casar comigo?
- É claro que sim! – disse ela.
- Então vamos para minha casa. – convidou o homem.
No dia seguinte, depois do homem sair, a mulher disse à menina:
-Se trabalhavas para dois, trabalhas para três; se lavavas para dois, lavas para três.
Passados uns dias, disse-lhe a madrasta:
-Vou fazer um piquenique com o teu pai. Já contei os figos da figueira. Se os pássaros vierem comê-los, a culpa será tua. Assim, terás de acenar com uma cana com três panos: um vermelho, outro amarelo e outro verde.
No dia seguinte, a filha pegou a cana e começou a acenar. Quando estava já muito cansada, sem poder ir beber água, encostou-se à figueira e adormeceu. Então, os pássaros vieram para cima da figueira e comeram alguns figos.
Quando chegou a madrasta, viu que os pássaros tinham comido seis figos e tinham deixado apenas um. Ficou muito zangada e disse à menina:
- Agora vai buscar a enxada e a pá e começa a cavar ao pé da figueira.
- Agora vais lá para dentro.
-Não vou, não
-Ai vais, vais.
-Mas não vou.
Mas a madrasta empurrou-a lá para dentro e começou a pôr-lhe terra para cima.
Quando a terra chegou aos lábios, a menina começou a esticar-se, mas não valeu a pena, porque a terra continuou a cair para cima dela, até que a cobriu. De repente, cresceu um canavial naquele terreno.
Passou um pastor por ali e perguntou:
- O canavial é seu?
O homem respondeu:
- Não, é daquele senhor que está naquele quintal.
O pastor foi ter com ele e perguntou.
- Aquele canavial é seu?
Ele antes não estava aqui, mas sim, este terreno é meu.
- Mas olhe, eu construí uma flauta, mas ela não tocou; ela falou. Quer ouvir?
Quando o pastor tocou, a flauta falou e contou e o que tinha acontecido. O homem empurrou o pastor e foi a correr para junto da figueira. Desenterrou a menina e levou-a à fonte para ficar o mais limpa possível. Depois foi ter com a madrasta e mandou-a embora.
E a menina ficou muito feliz e os pássaros também ficaram muito felizes.
Bendito e louvado e o conto está contado!
Jéssica Barbosa e Iolanda Samagaio, 5.ºC
Era uma vez dois irmãos que iam sempre com o pai para o campo, pinhais e assim. O pai avisava-os sempre “Meninos, não se afastem do burro!”.
Um dia foram para um pinhal onde nunca tinham ido e, mais uma vez, o pai os avisou para não se afastarem. Depois de trabalharem, o pai mandou-os brincar um pouco, mas ao pé do burro. Nesse dia os meninos avistaram um pássaro muito lindo, o que os motivou a apanhá-lo, mas o pássaro colorido foi indo de ramo em ramo, e os meninos sempre atrás. O que não repararam é que estava a ficar de noite. Quando viram que estavam completamente perdidos, nada de pai, nada de burro, os meninos começaram a gritar pelo pai, a chorar de tão desesperados que estavam. Uma senhora que por ali passava, preocupada com eles, parou e levou-os para a casa de um casal para cuidarem deles até à maioridade. Como os senhores não tinham filhos e sempre os tinham querido ter, aceitaram-nos muito bem.
Na casa, os senhores ensinaram tudo aos meninos, tudo o que sabiam, principalmente ensinaram-lhes a ser bons irmãos, a darem-se bem. Ofereceram um leão a cada um e uma espada ”especial”. Tinham de dar uma espadada num tronco de árvore que deitava uma fonte de seiva para que quando um dos irmãos estivesse numa má situação, o outro sentisse e o viesse ajudar. Os dois irmãos deram uma espadada no tronco que deitou a tal seiva e seguiram os seus caminhos.
Um deles andou, andou e encontrou uma cidade muito bela, mas muito triste, com pessoas a chorar. O jovem perguntou a uma velha senhora o que se passava, ao que ela lhe respondeu:
- É sábado, meu jovem, e ao sábado, temos de entregar uma pessoa à cobra das sete cabeças para ela comer e não nos devorar a todos, e hoje calhou à Princesa.
O jovem ficou estupefacto com o que a velha lhe contava e disse para não o fazerem, que ia lá, ao pé da cobra. Jovem corajoso!
Ao avistar a gruta e uma jovem donzela junto dela, disse à menina para ir para cima da gruta e o mesmo disse ao leão. O rapaz chamou a cobra, “Aparece cobra, seu bicho feio, se tens coragem aparece!” e a cobra foi aparecendo aos poucos e quando se viu a cabeça do meio (a cabeça que comandava as outras), o jovem disse para o seu leão “Ataca a cabeça do meio, leão”. Assim que as garras se espetaram na cabeça, as outras desfizeram-se. O jovem salvou a princesa, dizendo-lhe para ir para junto do seu pai e dizer-lhe que já não ia morrer.
O pai, ficando muito satisfeito, anunciou que quem lhe trouxesse a prova de que tinha matado a cobra casaria com a princesa. Um rapaz qualquer trouxe-lhe as cabeças da cobra num saco, mas a princesa dizia que não tinha sido esse rapaz, que era outro.
- Mas filha, eu prometi! – dizia o pai.
Tocaram os sinos para o casamento e a princesa chorava porque não se queria casar com aquele rapaz. O jovem que matara a cobra ouviu os sinos e perguntou a um senhor o que se passava e ele disse que a princesa se ia casar com o jovem que tinha matado a cobra. O jovem indignado, sabendo que tinha sido ele, correu para o palácio para interromper o casamento, e provou que o tinha feito, mostrando as línguas. Casou-se ele com a princesa...
Já casados, os dois subiram à torre do castelo. O jovem viu uma torre muito escura, ao longe e quis lá ir, mas a Princesa disse-lhe que não podia, que aquela era a Torre da Madorna, quem lá vai não torna. Ao fim de sete dias, o jovem, dando uma desculpa que ia passear o leão, foi até a torre.
Estava uma mulher à porta que o convidou a entrar, mas ele achou muito estranho. Então ela desafiou-o para uma luta e ele não se importou. Mas ela pediu-lhe “Já que o seu leão lhe obedece, ele pode-me atacar, por isso prenda um fio do meu cabelo ao leão e àquela árvore”. O jovem não notou nada de estranho e fê-lo. Então, ela começou a transformar-se num monstro e ele sempre a dizer “Ataca leão” mas nada, o fio de cabelo transformou-se em ferro e o leão não conseguiu. A mulher pôs o homem também prisioneiro, na torre.
O irmão sentiu que algo se passava, correu para a árvore onde se tinham separado, seguiu o caminho do irmão e encontrou a cidade, mas muito triste. Perguntou o que se passava ao que lhe responderam:
- Perdemos o futuro rei, um jovem corajoso que matou a cobra das sete cabeças.
- De certeza que é o meu irmão - disse ele.
Foi falar com a princesa e ela disse-lhe que o marido há uns dias queria ir à Torre de Madorna, quem lá vai não torna.
O irmão correu para a tal torre, encontrou a mulher encostada à porta que lhe fez a mesma coisa que ao irmão, mas quando lhe deu o fio de cabelo, ele disse, “Tenho sede , dê-me um copo de água”. Ela foi buscar a água e, ao mesmo tempo, o rapaz atou um fio da camisa ao pescoço do leão. Quando ela começou a transformar-se em monstro, o rapaz diz “Ataca leão” e o leão espetou as suas garras na mulher. Ela ficou surpreendida e pediu para parar, mas ele só o fez com a condição de ela libertar os prisioneiros todos.
No castelo, ficaram todos felizes pelo sucedido e pediram para ser o irmão o rei, mas ele recusou. Mesmo assim, viveram felizes para sempre.
Vitória, vitória e acabou a história!
Notícias
Esteve patente na Biblioteca uma apresentação em PowerPoint, com informação e conselhos sobre alimentação. A apresentação foi o resultado de um trabalho conjunto da equipa da BE e do professor responsável pelo programa Promoção da Educação para a Saúde, Dr. José Catré, que teve como objectivo uma sensibilização dos alunos para os cuidados a ter com a alimentação.
Promovida pela equipa da BE, a Feira do Livro é sempre um acontecimento esperado em vésperas da Quadra Natalícia. De 9 a 15 de Dezembro foi mais uma proposta cultural da Biblioteca. Aqui, puderam-se adquirir ofertas para “colocar no sapatinho”. E a intenção, ao instalar na biblioteca da sede do Agrupamento uma feira do livro por esta ocasião, foi mesmo essa: fazer com que alunos, professores, pessoal não docente e outros, canalizem as suas economias para gastos que não sejam supérfluos. Um livro é sempre um investimento a longo prazo.
O melhor logótipo
Esteve a concurso, de 2 a 9 de Dezembro, na Biblioteca, o logótipo identificativo do Agrupamento. A criação dos logótipos concorrentes foi um trabalho dinamizado nas aulas de EVT e EV. Os alunos destas disciplinas foram convidados a dar largas à sua criatividade para construírem um logótipo.
A exposição esteve patente no átrio da escola, sendo a votação para o “melhor logótipo” aberta a toda a comunidade educativa.
Após várias eliminatórias foi este o logótipo seleccionado para identificar o nosso Agrupamento.

Semana da Leitura de 2008
http://w3.gepe.min-edu.pt/pnl/public/pnl_sl2008/Uploads/111232.PPT#256,1,Diapositivo%201
Coordenadora Nacional da RBE visita-nos
Bibliofãs acolhem Teresa Calçada
No passado dia 9 de Outubro de
Teresa Calçada esteve na Biblioteca e mostrou ficar muito impressionada com o conteúdo e com as actividades ali dinamizadas. Alguns Bibliofãs do 9.º ano assistiram ao encontro. A Coordenadora logo se mostrou muito simpática, procurando conhecer os interesses dos Bibliofãs, o que resultou num curto diálogo com a visitante.
No final, o Bibliofã Rui Dias, que antecipadamente tinha sido seleccionado para o efeito, num gesto simbólico, ofereceu à coordenadora da RBE um conjunto de documentos: o Guia da BE, um Guião de Pesquisa de Informação e a lista do Kit BE em Trânsito; ofereceu ainda o seu próprio cartão de Bibliofã e a sua estrela de Leitor Assíduo. Das ofertas constou, também, uma bolsa de artesanato da Pampilhosa com que a equipa da BE quis presentear a Dr.ª Teresa Calçada.
Foi com orgulho que os Bibliofãs participantes, Mariana, Marta e Phillipe do 9.ºA e Ana Moreira, Cristiana Bacelar e Rui Dias do 9.ºB participaram nesta recepção, tendo ficado muito satisfeitos com as palavras que a Dr.ª Teresa lhes dirigiu, palavras de incentivo à leitura e ao envolvimento nas actividades da Biblioteca.
Ana Moreira, Cristiana Bacelar e Rui Dias, 9.ºB
Feira do Livro de Natal

Agrupamento de Escolas de Pampilhosa
Biblioteca da EB 2,3
Feira do Livro de Natal
CONVITE
Convidam-se todos os alunos, professores, pessoal não docente do Agrupamento e a comunidade, em geral, a visitar a Feira do Livro que decorre de 9 a 15 de Dezembro na biblioteca da EB 2,3 de Pampilhosa.
E, já agora, BOAS FESTAS COM O PNL.
Este ano, o Plano Nacional de Leitura, com a parceria generosa do CITI – Universidade Nova, preparou mensagens de Boas Festas dirigidas a:
- Meninos e meninas:
http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/natal1.html
- Jovens e Adultos (pais) :
http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/natal2.html
- Professores e Funcionários:
http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/natal3.html
Feliz Natal com o Plano Nacional de Leitura
Júlio Resende
Júlio Resende (Porto, 23 de Outubro de 1917) é um pintor português. Diplomou-se em Pintura em 1945 pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto, onde foi discípulo de Dórdio Gomes.
Iniciou a sua actividade artística como ilustrador em semanários infantis e na imprensa diária.
Fez a sua primeira aparição pública em 1944 na I Exposição Independente. Em 1948, partiu para Paris, recebendo formação de Duco de la Haix e de Otto Friez.
Na década de 1940, as passagens por Madrid, onde tem contacto com as obras de Goya, e posteriormente por Paris, irão influenciar a sua obra de estilo expressionista. Marcado também pelo cubismo de Picasso, os seus quadros apresentam uma pintura dinâmica, geométrica, que caminha progressivamente para a abstracção.
Resende distingue-se também como professor na Escola Superior de Belas-Artes do Porto. Dotado de uma capacidade criativa extraordinária, trouxe à escola do Porto um novo espírito aos alunos que a frequentaram na década de 1960.
A sua obra pictórica revela que ele compreendeu a pintura europeia, porque a observou, experimentou e soube transmitir aos pintores e aos alunos que ele formou.
Um dos grandes nomes da pintura contemporânea nacional e internacional
Júlio Resende (Porto, 23 de Outubro de 1917) é um pintor português. Diplomou-se em Pintura em 1945 pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto, onde foi discípulo de Dórdio Gomes.
Iniciou a sua actividade artística como ilustrador em semanários infantis e na imprensa diária.
Fez a sua primeira aparição pública em 1944 na I Exposição Independente. Em 1948, partiu para Paris, recebendo formação de Duco de la Haix e de Otto Friez.
Na década de 1940, as passagens por Madrid, onde tem contacto com as obras de Goya, e posteriormente por Paris, irão influenciar a sua obra de estilo expressionista. Marcado também pelo cubismo de Picasso, os seus quadros apresentam uma pintura dinâmica, geométrica, que caminha progressivamente para a abstracção.
Resende distingue-se também como professor na Escola Superior de Belas-Artes do Porto. Dotado de uma capacidade criativa extraordinária, trouxe à escola do Porto um novo espírito aos alunos que a frequentaram na década de 1960.
A sua obra pictórica revela que ele compreendeu a pintura europeia, porque a observou, experimentou e soube transmitir aos pintores e aos alunos que ele formou.
Álvaro Magalhães
Álvaro Magalhães nasceu na cidade do Porto ,em 1951. Começou por publicar poesia no início dos anos 80. Em 1982, publicou o seu primeiro livro para crianças, intitulado "História com muitas letras." Desde então construiu uma obra singular e diversificada, que conta actualmente com mais de três dezenas de títulos e integra contos, poesia, narrarivas juvenis e textos dramáticos.
Dia Mundial da Biblioteca Escolar
Biblioteca Escolar
No dia de abertura do novo ano escolar os alunos do 5º Ano, acompanhados dos pais, foram recebidos na Biblioteca de forma festiva.
A Coordenadora deu-lhes as boas-vindas, apresentando-lhes os restantes elementos da equipa e distribuiu-lhes o Guia da Biblioteca, sensibilizando-os para a utilização desta mais-valia da Escola. Explicou-lhes, de forma sucinta, o funcionamento deste Centro de Recursos, mostrando--lhes as diferentes áreas e falando-lhes dos recursos e das actividades que ali é possível realizar.
Os meninos souberam que podiam contar com o apoio de toda a equipa quer para a realização de trabalhos, quer na orientação da utilização plena da Biblioteca.
Durante esta recepção assistiu-se a uma projecção de imagens de algumas das actividades mais significativas realizadas no ano lectivo passado, na Biblioteca. Na despedida os alunos receberam um pequeno, mas significativo brinde com votos de boas leituras e uma activa utilização da Biblioteca: a Coordenadora ofereceu um rebuçado com uma frase alusiva à leitura, fazendo o paralelismo do alimento físico com o alimento para o espírito.
- Aparece e vê as novidades que temos para ti!!!!
Na Biblioteca!







