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NOVIDADES

No Fluxo dos Tempos de Margarida Góis
O envolvimento de Catarina Aimani-Malye na manifestação de Kanhief não foi gratuito. Otão IV sentiu a concorrência da actuação política da sobrinha e enviou-a para um colégio interno em Keltland. Mas, em Keltland, o ambiente não é calmo: a juventude agita-se contra a política do Governo e a concepção da sociedade em que vive. Catarina vê-se no meio desta onda de contestação. Também na Oriety a situação é tensa. Uma política de modernização do país e de consolidação do poder pessoal do rei cria confrontos com os sectores dissidentes.«Jovens Unidos» é a segunda trilogia da colecção Catarina Aimani-Malye. Nesta série mergulhamos num ambiente de contraste entre um país do Norte e um país do Sul.

NOVIDADES

Markus O Imbatível de Joachim Masannek
Aventuras e diversão sobre o tema de que as crianças mais gostam: O FUTEBOL.
Amigos, amigos, carta de pesadelo na altura de acabarem as aulas: uma equipa de futebol afirma ser muito mais perigosa do que As Feras e desafia-os a jogarem uma partida no início das férias de Verão.Não precisam de repeti-lo, sobretudo a Markus, que desde logo quer aceitar o desafio. Mas conseguirão eles que os pais os deixem ir sozinhos para 600 quilómetros de distância, e de bicicleta?Que adversários os esperam ali?O jogo que As Feras vão enfrentar não só será o mais prolongado de todos os tempos como será uma batalha pela sua honra.

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Tufão nos Mares da China de Ana Maria Magalhães, Isabel Alçada
As férias numa ilha do Pacífico são interrompidas por um dos mais violentos fenómenos da Natureza: um tufão! Sugados pela fúria do vento em remoinho, Ana, João e Orlando são atirados para uma praia deserta e só não morrem porque são salvos graças à ajuda de pescadores chineses. Quando recuperam os sentidos estão em Macau ao cuidado de missionários jesuítas. Mas a segurança era aparente, pois vários navios holandeses fundeados no rio das Pérolas já apontavam os canhões para um ataque à cidade. Torna-se urgente reunir forças, proteger mulheres e crianças e... consultar um adivinho!

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Arachnid, A Rainha das Aranhas de Adam Blade
Desta vez Tom tem de enfrentar Arachnid, uma aranha gigante que vive nas montanhas. A Tom já só lhe faltam duas peças da armadura dourada. Mas a aranha é uma Fera difícil de derrotar. Tom vai mais uma vez pedir ajuda a uma das Feras boas de Avantia. Desta vez quem o ajuda é Nanook, o Gigante da Montanha. Serão eles capazes de derrotar Arachnid?

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Crónicas de Fernão Lopes
Fernão Lopes foi funcionário do paço e notário, nomeado cronista pelo rei D. Duarte, escreveu as crónicas dos reis D. Pedro I, D. Fernando e D. João I (1.ª e 2.ª partes).
Do ponto de vista da forma, o seu estilo representa uma literatura de expressão oral e de raiz popular. Ele próprio diz que nas suas páginas não se encontra a formosura das palavras, mas a nudez da verdade. Era um autodidacta. Foi um dos legítimos representantes do saber popular, mas já no seu tempo um novo tipo de saber começava a surgir: de cunho erudito-acadêmico, humanista, classicizante.

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Cãozinho Mágico Uma Nova Vida de Sue Bentley

Quando Storm, um cãozinho Golden Retriever dourado, com olhos azul-escuros brilhantes, aparece magicamente, a Lily nem consegue acreditar. Uma maravilhosa aventura, e até um pónei novo, os esperam! Storm é o único lobito que sobreviveu na sua família, a alcateia mágica de Moonclaw, após o malvado lobo Shadow ferir a sua mãe e matar todos os outros. Com o resto da alcateia dispersa, a mãe de Storm, demasiado fraca para o proteger, envia-o disfarçado de cãzinho mágico para o nosso mundo, onde os seus poderes podem fortalecer-se. Mas Storm tem de encontrar um amigo que o ajude a esconder-se do malvado Shadow. Conseguirá Storm esconder-se durante o tempo suficiente, para mais tarde regressar e salvar a mãe e a alcateia mágica de Moon-claw?

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Os Meus Amores de Trindade Coelho
Este volume de contos será seguramente o mais importante de Trindade Coelho para a literatura portuguesa. A idealização da realidade rústica, a vivacidade dos diálogos, a linguagem popular e o intuito moralizador faz deste livro um exemplo dentro do género 'conto rústico'.

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A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho de Mário de Carvalho
O grande Homero às vezes dormitava, garante Horácio. Outros poetas dão-se a uma sesta, de vez em quando, com prejuízo da toada e da eloquência do discurso. Mas, infelizmente, não são apenas os poetas que se deixam dormitar. Os deuses também.Assim aconteceu uma vez a Clio, musa da História que, enfadada da imensa tapeçaria milenária a seu cargo, repleta de cores cinzentas e coberta de desenhos redundantes e monótonos, deixou descair a cabeça loura e adormeceu por instantes, enquanto os dedos por inércia continuavam a trama. Logo se enlearam dois fios e no desenho se empolou um nó, destoante da lisura do tecido. Amalgamaram-se então as datas de 4 de Junho de 1148 e de 29 de Setembro de 1984.Os automobilistas que nessa manhã de Setembro entravam em Lisboa pela Avenida Gago Coutinho, direitos ao Areeiro, começaram por apanhar um grande susto, e, por instantes, foi, em toda aquela área, um estridente rumor de motores desmultiplicados, travões aplicados a fundo, e uma sarabanda de buzinas ensurdecedora. Tudo isto de mistura com retinir de metais, relinchos de cavalos e imprecações guturais em alta grita.É que, nessa ocasião mesma, a tropa do almóada Ibn-el-Muftar, composta de berberes, azenegues e árabes em número para cima de dez mil vinha sorrateira pelo valado, quase à beira do esteiro de rio que ali então desembocava, com o propósito de pôr cerco às muralhas de Lixbuna, um ano atrás assediada e tomada por ordas de nazarenos odiosos.

NOVIDADES

Incríveis Puzzles Policiais - Jim Sukach
Junte-se ao famoso Professor de Criminologia, o Detective J. L. Resolvetudo, e ao seu filho Júnior na resolução de mais de 40 casos diabólicos. Entre na luta contra os raptores, os assaltantes, os ladrões e os assassinos. Esteja atento a comportamentos suspeitos e a explicações impossíveis.Pode encontrar em cada história mini-mistério todas as pistas de que necessita para resolver o crime, mas precisará de estar muito atento e pensar como um verdadeiro detective para encontrar o criminoso.

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Fernando Pessoa - Antologia poética
Muito se falou já de Fernando Pessoa. Porém, há uma faceta da sua poesia que deve ser mencionada: o neoplatonismo da temática da reminiscência e o pendor para o Oculto. Ler Pessoa à luz de Platão e ao mesmo tempo das teorias ocultistas é capaz de nos fornecer uma valiosa chave para esta «arca» tão infindável de textos e leituras várias.Nesta antologia, para guiar o leitor nesta nova exploração, são apresentados poemas de Mensagem, do Cancioneiro, poemas de Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos, bem como uma selecção de Poesias Inéditas e Novas Poesias Inéditas, além de fragmentos do Livro do Desassossego.

NOVIDADES

O mistério do dragão constipado - Alfred Hitchcock
Uma nova aventura de Júpiter, Pete e Bob, que começa com o desaparecimento de cães de raça, e termina com o aparecimento de um dragão colossal, que sai das águas do oceano Pacífico, pondo em pânico os habitantes da zona...Obrigatório ler até ao fim, se queres saber quem vai ganhar mais este combate.

NOVIDADES

Além de expostas em local próprio na Biblioteca, a partir de hoje, poderão consultar no blogue as mais recentes aquisições.
O orçamento não nos permite adquirir regularmente tudo o que gostariam de ver mas vamos esforçar-nos por, das mais diversas formas, ir enriquecendo o nosso fundo documental, de modo a atrair cada vez mais leitores.
Estejam atentos!

Dia Mundial do Livro


Celebra-se, hoje, o Dia Mundial do Livro.
Um dia mundial dedicado ao livro, porquê? Estará o livro em perigo de ficar esquecido com o surgimento dos computadores e das potencialidades da Internet? Com certeza que não. Cada recurso tem as suas vantagens e o livro terá sempre o seu espaço próprio. Continuará a ser procurado por muitos, acarinhado e guardado zelosamente como se do círculo de amigos fizesse parte.
Mas o livro merece uma festa, e assim, por todo o lado, este dia é assinalado de diversas formas. Na nossa Biblioteca resolvemos presentear os nossos utilizadores com uma oferta mais abundante de NOVIDADES.
Para todos aqueles que regularmente aqui se dirigem, mexem, remexem e procuram sempre algo de novo, hoje há surpresas para diversos gostos. É só escolher e requisitar para passarem um fim-de-semana com um amigo especial.

Celebra-se, hoje, 23 de Abril (um dia muito especial) o Dia Mundial do Livro. Sou professora bibliotecária e sou viciada em livros. A minha família é viciada em livros. Por isso….

Parabéns ao Livro!
Parabéns à minha filha, Luísa, que faz hoje 26 anos!
Parabéns a mim, também, pelo meu 50.º aniversário!
E, por ser a antevéspera do Dia da Liberdade em Portugal, parabéns à Liberdade só possível através do conhecimento.


A professora bibliotecária
Maria Celeste Leite

Exposição no Teatro Messias

Encontra-se patente no Cine-Teatro Messias uma exposição promovida pela Imprensa da Universidade de Coimbra com os momentos mais marcantes da sua história entre os quais a publicação de notícias da Batalha do Buçaco e da Implantação da República, acontecimentos que se evocam este ano por se celebrar respectivamente o seu bicentenário e centenário.
As escolas poderão visitar a exposição fora do horário de abertura do Cine-Teatro Messias, mediante marcação prévia junto ba Bibliopteca Municipal.

POEMA: O Verde



Eu sou o verde,
Vim de um arco-íris e escorreguei
por dentro de uma gota de chuva.
O céu era azul e a terra amarela
e deles nasci.
Andei à cata de coisas
e poisei num cacto do deserto.
De mar em mar,
de lagarto em rã,
descobri esmeraldas
e abri os olhos dos gatos.
Andei de gatas, rasteirinho,
pela terra dos gafanhotos novos,
da salsa, das nabiças,
da alface e da hortelã.
Fiz-me caldo verde.
Fui à mesa, escondido no vidro das garrafas.
Dei-me a cheirar nos manjericos.
Espreitei pelas persianas e vi os carros
passarem quando eu mandava.
Mostrei-me nas bandeiras.
Subi às alturas na hera dos muros:
nos limos, nas algas, desci às funduras.
Viajei muito, colecciono tudo:
penas de papagaio,
berlindes,
ervilhas,
trevos de quatro folhas,
moedas desenterradas.
Umas vezes sou velho, outras vezes sou novo.
Tanto posso despontar de uma erva escondida
como posso secar numa folha caída.


Maria Alberta Meneres / António Torrado
O Livro das 7 cores